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Dengue combatida por mosquitos com bactéria

  • Telas Muller
  • 21 de set. de 2017
  • 1 min de leitura

Fiocruz inicia liberação de milhões de Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia no Rio de Janeiro. Objetivo é reduzir proliferação e eficácia da picada do mosquito, que também transmite zika e chikungunya. Pesquisadores iniciaram dia (29/08) uma nova fase de combate a dengue, zika e chikungunya no Rio de Janeiro, com o início da liberação de milhões de mosquitos Aedes aegypti e infectados com a bactéria Wolbachia. A ação dura até o fim de 2018 e prevê a liberação dos mosquitos em áreas que abrigam 2,5 milhões de habitantes, de acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).


A meta dos pesquisadores é promover uma substituição gradual da população dos mosquitos por espécimes portadores da Wolbachia, que reduz a proliferação e a eficácia da picada do mosquito.

A fêmea transmite a bactéria aos filhotes, perpetuando a Wolbachia nas próximas gerações. O cruzamento natural garante a perpetuação dos mosquitos com a bactéria e não exige novas liberações depois que a população de mosquitos com a Wolbachia se estabelece.

A Fiocruz, apoiada pelo Ministério da Saúde no projeto, tem no momento capacidade para produzir 600 mil ovos do mosquito com a bactéria por semana. O número deve ser expandido inicialmente para 1,6 milhão e depois para 3 milhões de ovos semanais.

Fonte: DW Brasil

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